NO PARANÁ


''Imagine que graças ao veneno da abelha eu pude dançar com minha filha no baile de formatura dela. A minha vida mudou.''
João Cândido Lara Neto, funcionário público aposentado e portador de esclerose múltipla em Curitiba, ao comentar a melhora na saúde após o uso da chamada apitoxina - o tratamento com o veneno de abelha.

''A classe médica apoiar ou não é questão de abertura de cada profissional. Sou plenamente convencida que é a melhor alternativa para minha saúde e qualidade de vida.''
Roseli Arins, socióloga aposentada em Curitiba que sofre de artrose (desgaste das articulações), ao também defender o tratamento com ferroada de abelhas.

''Se, de fato, a apitoxina provocasse resultados fantásticos para saúde seria muito mais difundida, tornando o seu uso até uma rotina. Ela tem apenas uma mera ação antiinflamatória, não tem ação curativa. Não recomendamos seu uso. Para nós é folclore, como a homeopatia.''
Acir Rachid Filho, presidente da Sociedade Paranaense de Reumatologia, ao não recomendar o tratamento com picadas de abelha.

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