NO PARANÁ

''Acho que o preço do álcool está abusivo em Londrina. A redução deveria ser mais significativa para o álcool se tornar mais acessível ao consumidor.''
Eloísa Balarotti, dentista em Londrina que tem carro a álcool há dez anos, ao criticar o alto preço cobrado nos postos de combustíveis da cidade.

''Somos do comércio e deveríamos chamar empresários para vir para cá. Mas hoje, levantamos a bandeira ao contrário. Quando algum empresário pergunta para gente se aqui está bom para trabalhar, aconselhamos a não vir por causa da violência.''
Juliano Scaramal, comerciante em Londrina que foi assaltado quatro vezes em seis meses, ao demonstrar seu desânimo com a insegurança e afirmar que pretende deixar a cidade.

''Arrumo pneus de moto, carro, carriola, o que aparecer.''
Neli Cardoso, que ajuda o marido numa borracharia em Londrina, ao demonstrar sua disposição para um trabalho normalmente feito por homens.

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