O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Temos de respeitar a Igreja. Se ela acha que é crime, pregue aos seus fiéis que não o pratiquem. Agora, temos de respeitar também a opinião das outras pessoas.''
Carmen Lúcia de Melo Barroso, socióloga e diretora para o hemisfério ocidental da Federação Internacional de Planejamento da Família, ao afirmar que o aborto é uma questão de saúde pública.
''Não podemos esquecer que as crianças não têm senso crítico formado, e portanto são mais vulneráveis a tudo o que vêem. Percebe-se que a agressão se tornou um novo código de comunicação entre os jovens.''
Elsie Silva, psicóloga em Londrina, ao afirmar que a TV e o computador estão entre os responsáveis pelo comportamento agressivo dos adolescentes.
NO BRASIL
''Estamos vivendo num contexto de um índice obsceno de morte por assassinato. É um genocídio de gente negra, pobre e numa faixa etária de 15 a 24 anos.''
Antônio Carlos Costa, presidente da ONG Rio de Paz, ao justificar os 15 mil lenços estendidos em varais em frente ao Congresso Nacional em Brasília para representar os 15 mil brasileiros mortos por homicídio este ano.





