NO PARANÁ

''Não importa para quem eu esteja doando, o importante é saber que estou ajudando uma pessoa que está precisando muito.''
Milena Martins Andrade, 25 anos, estudante em Londrina, ao explicar por que decidiu voluntariamente doar parte da medula óssea sem conhecer quem será o receptor.

''Eu não faço isso visando lucro, não quero aparecer. Apenas me sinto bem, fico em paz. A vida está difícil para todo mundo, mas não dá pra ver pessoas em situação pior do que a gente sem fazer nada. Tudo o que a gente dá de boa vontade não faz falta depois.''
Geraldo Avelar Vilela, pedreiro em Lerroville que ao lado de um grupo de voluntários do distrito londrinense constrói casas gratuitamente aos mais necessitados, ao justificar o motivo de tanta dedicação ao próximo.

''A gente aprende muita coisa com o tempo. Sempre fui uma pessoa honesta e tranquila, mas hoje me preocupo mais com essas coisas. Não gosto de nada errado, acho importante manter meu nome limpo.''
Walfredo Antônio da Silva, agricultor de 61 anos em Londrina, ao ser questionado sobre o que aprendeu com a maturidade.

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