NO PARANÁ

''Hoje, as pessoas me vêem como um inválido. Eu queria que todos soubessem, do juiz às pessoas que me viram na televisão: não sou vagabundo, nunca roubei nada de ninguém, e tenho vontade de voltar a trabalhar, nem que seja voluntariamente.''
José Fortunato de Paula, vítima de erro médico em Londrina que perdeu o controle dos membros, tem dificuldade em articular a fala e ficou impossibilitado de andar normalmente, ao cobrar agilidade da justiça no pedido de indenização que aguarda há cinco anos.

''Não são apenas os donos de bares que precisam trabalhar. As pessoas que moram nas proximidades também precisam, e para isso precisam dormir. Temos que mudar esta cultura de que tudo só funciona e é bom de madrugada.''
Solange Vicentin, promotora de Defesa do Meio Ambiente de Londrina, ao prometer intensificar as blitzes contra o barulho próximo aos bares que atendem madrugada adentro.

''Eles deveriam contratar mais seguranças porque a cerca não vai adiantar nada. Isso parece preconceito contra os moradores.''
Rubens de Oliveira, morador do Jardim Colúmbia que corta caminho pelo campus da Universidade Estadual de Londrina para pegar ônibus, ao discordar da construção de um muro no lado oeste da universidade.

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