NO PARANÁ

''O negócio dele era trabalhar e ouvir música. Não usava drogas, nunca roubou. O pior é saber que meu filho não morreu. Arrancaram a vida dele brutalmente. Espero que um dia haja justiça.''

Sueli Aparecida Paula Teodoro, mãe do jovem Jamys Smith da Silva morto aos 20 anos de idade após ser espancado por policiais militares em Londrina há dois anos, ao cobrar justiça pela morte brutal do filho.



''Tenho amigas e com algumas a relação é igual a que tenho com meus amigos. Nem sempre existe segunda intenção e mesmo quando existe no começo, depois pode virar amizade. Isso já aconteceu comigo.''

Thiago Couto Cristo, operador de caixa em Londrina, ao afirmar que acredita na amizade sincera entre homens e mulheres.



''Eu estou gostando (da reforma), mas espero que depois a prefeitura conserve a área. É preciso cuidar da segurança do local, evitar que vândalos depredem o que foi feito, além de conservar a limpeza e higiene. Se ficar limpo e em ordem, vai ser um bom local.''

Maria Aparecida Felizola, professora aposentada em Londrina que mora em frente à Praça 1º de Maio, ao comentar a entrega do Memorial do Pioneiro e a reforma da Concha Acústica após meses de espera.

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