O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Se a escola não consegue ensinar a ler, a escrever, a contar, a resolver problemas, então ela é um criatório de deliquência e de violência, porque está frustrando o aluno na sua função mais essencial.''
Cláudio Moura e Castro, educador e articulista da revista Veja que esteve em Londrina na semana passada, ao analisar o crescimento da violência nas escolas.
''A gente tem que ser realista. Na hora que precisar, eu paro. Mas enquanto der vou continuar trabalhando. Trabalhar é bom para a gente não ficar o tempo todo em casa, brigando com a velha.''
Newton da Silva, 74 anos, um dos taxistas mais antigos de Londrina, ao ser perguntado até quando pretende trabalhar.
''Muita gente não tem preocupação com limpeza. Varre só na frente de casa e pronto. Até a prefeitura vem depois do dia que tem feira aqui e limpa só a rua, esquece da praça''.
Gabriel Silveira Paiva, 9 anos, morador do Jardim Interlagos que junto com um grupo de crianças fez um mutirão de limpeza na praça do bairro, ao cobrar maior conscientização da população e Prefeitura de Londrina quanto à limpeza.





