O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Falam tanto nos tais 'direitos autorais', mas e o direito do cidadão de sobreviver? Meu irmão morreu assaltado, perdi minha mãe porque ela ficou esperando atendimento num hospital público e eu só tinha R$ 2,00 no bolso, não podia transferi-la para um particular. O País tem mais com que se preocupar. Não me pesa a consciência deixar o cidadão fazer o CDzinho dele e ganhar um
dinheiro.''
Ulisses Sabino, dono do mais novo camelódromo de Londrina que está sendo erguido na zona norte, ao afirmar que não vai se opor à venda de produtos piratas no local.
''Temos que pensar o que queremos para Londrina: se é ter empreendimentos na área comercial, mas sem nenhuma legalidade, ou se é gerar empregos de qualidade, em que o trabalhador tenha segurança e o município veja a arrecadação tributária evoluindo.''
Maria de Fátima Campos, professora de Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Londrina, ao criticar a proliferação de camelódromos na cidade.
''Se a retirada de uma árvore for necessária para que um empreendimento se viabilize, vamos autorizar.''
Gérson da Silva, secretário de Meio Ambiente de Londrina, ao justificar por que a secretaria tem autorizado a erradicação de árvores saidas na cidade.





