NO PARANÁ

''Vou ter que defender o título sem ter lutado internacionalmente. Minha base são só os treinamentos com os meninos na academia (ela treina com os atletas masculinos do seu peso).''

Natália Falavigna, londrinense que integra a seleção brasileira de taekwondo, ao falar das dificuldades em defender no Mundial na China este ano o título de melhor do mundo na categoria até 72 quilos conquistado em 2005 na Espanha.


''Sem estudo não é possível conseguir emprego e sem dinheiro não dá para estudar. Estudar, hoje, também está cada vez mais difícil porque as universidades públicas são muito concorridas.''

Mariana Santana dos Santos, promotora de cartão de crédito em Londrina, ao responder sobre as dificuldades para se arrumar um emprego.


''Deixei de entrar embaixo dos carros aos 75 anos, porque comecei a sentir o peso dos anos. Mas continuo trabalhando, porque não consigo ficar parado.''

Miguel Polskikh, aposentado de 80 anos que continua trabalhando em sua oficina mecânica em Londrina, ao falar de seu prazer em manter-se ocupado.

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