O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''O nosso bairro era o mais falado de Londrina. Hoje tudo é muito melhor, graças a Deus. A paz começa nas famílias, se elas forem sólidas não teremos violência. Por isso, fiquei feliz em ver famílias participando da procissão.''
Joaquim Batista Ferreira, operador de usina do Jardim União da Vitória em Londrina, ao comemorar a participação das famílias na procissão do Domingo de Ramos da paróquia local e o fim do estigma de bairro violento.
''Esperamos agora que a lei seja cumprida e vamos tocar a vida com nossa família. Se o dinheiro que nós, contribuintes, pagamos de imposto fosse usado de forma correta, acho que teríamos condições de ter um pouco mais de segurança e de viver um pouco mais em paz.''
Enio Castro, marido da auxiliar de enfermagem Sueli Aparecida de Souza morta com uma bala perdida no fim de semana em Londrina, ao pedir justiça pelo assassinato da mulher.
''Existem vários programas de atividades extracurriculares para alunos de risco, mas não para os bons alunos. E quem garante que os pais dos bons alunos têm dinheiro para pagar atividades extras para os filhos?''
Charleston Luiz da Silva, professor e mestre do clube aventureiros do amanhecer que todos os sábados reúne mais de 20 alunos de escolas públicas de Londrina com média acima de 80, ao justificar a atividade cultural para os chamados ''nerds'' como forma de aliviar o preconceito que os cerca em sala de aula.





