O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Para mim, o maior sinal da violência é quando chego e vejo a porta trancada com correntes e cadeado por causa dos estragos.''
Rosalina Batista, presidente da Associação de Mulheres Batalhadoras do Jardim Franciscato em Londrina, ao lamentar o furto de computadores e outros equipamentos da sede da entidade que provocou a suspensão das aulas de informática e do atendimento odontológico.
''Dizem que a violência só acaba com educação, mas o crime também é praticado por pessoas que fazem faculdade, por pessoas com mandato eletivo e por dono de bar que vende bebida alcoólica para adolescentes e frequentaram a escola.''
Solange Vicentin, promotora de Defesa do Meio Ambiente de Londrina, ao defender fiscalização permanente sobre estabelecimentos acusados de causar poluição sonora e o fechamento dos bares sem proteção acústica às 23h.
''A pesquisa mostrou que o povo realmente quer a melhoria dos índices de criminalidade e que cabe ao Município tomar uma providência para garantir segurança à população.''
Claudio Espiga, vice-presidente do Conselho de Segurança de Londrina, ao comentar a pesquisa em que 73,9% dos entrevistados defendem a criação da guarda municipal na cidade.





