O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''A criança que vê constantemente figuras de negros sendo submetidos ao trabalho escravo e humilhação, mesmo que não haja nenhuma menção textual a respeito, vai acabar se habituando a tais situações, considerando-as normais. Isso contribui para se perpetuar o racismo.''
Edmundo Silva Novais, professor e ativista do movimento negro em Londrina, ao questionar livro de História adotado pela escola onde o filho estuda que, segundo ele, reforça a discriminação contra o negro.
''Tem pessoas que dizem topar qualquer emprego, mas não estão devidamente treinadas. A gente orienta a fazer aquilo que gosta. Emprego não pode ser um sacrifício.''
Roberto Gonçalves, gerente do Sistema Nacional de Empregos (Sine) em Londrina, ao alertar que os desempregados precisam se readequar à nova realidade do mercado de trabalho.
''Eu sentia muita necessidade de comer chocolate. Até hoje eu tenho. Quando fico uns três dias sem comer, por causa da correria do dia-dia, parece que está faltando alguma coisa, que alguma coisa está estranha.''
Priscilla Vialle, jornalista em Londrina, ao afirmar que não consegue abrir mão do chocolate na sua alimentação.





