O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Alguns dos meus colegas são machistas e não aceitam perder para mim. Até acidentes já aconteceram por causa disso. Me esforço a cada prova para mostrar a eles que, dentro das pistas, a disputa é de igual para igual.''
Amanda Barbosa, 19 anos, estudante de enfermagem em Londrina que corre há três na categoria Speed Fusca, ao falar do preconceito que ainda persegue as mulheres que se aventuram no automobilismo.
''A gente fica feliz de fazer gols e ajudar o Londrina nesta reta final do Paranaense, mas se não fosse a seriedade da defesa lá atrás e os jogadores de meio enfiarem as bolas para nós ali na frente não teríamos feito os gols.''
Alan, atacante do Londrina de 17 anos que marcou 3 gols na goleada de 4 a 2 sobre o Rio Brando no último domingo, ao mostrar humildade com todo o oba-oba feita ao final da partida.
''Só o fato de participarmos da competição já é uma grande vitória, mas vamos procurar representar a UEL da melhor maneira possível. Estaremos em uma universidade que tem uma longa história em direito internacional. Aqui no Brasil, principalmente nas cidades do interior, a gente não tem muito acesso a este ramo do direito.''
Fernanda Acauan de Santana, estudante do 5º ano de Direito da Universidade Estadual de Londrina, ao comentar a chance de poder representar o Brasil na fase internacional do Prêmio Sistema Interamericano de Proteção dos Direitos Humanos, promovido pela Academia de Direitos Humanos e Direito Humanitário da American University, em Washington (EUA).





