O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Gosto das aulas e a parte mais legal é plantar as sementes. A gente faz um buraco, põe a semente lá dentro, fecha e joga água. Daí demora um pouco para nascer, mas quando fica pronto é muito bom. Meus favoritos para comer são alface e cenoura.''
Amanda Pinheiro Franco da Cruz, estudante de 7 anos em Londrina, ao comentar o prazer de aprender a mexer com horta na escola.
''Foi meu filho, um pedaço de mim que eles levaram para o cemitério. Não tenho como tirar ele de lá. Ele era novo e tinha muito o que viver. Se ele estivesse fazendo algo errado, o ideal era levá-lo para a cadeia. Morto não fala. Não sabe se defender. Agora temos que acreditar na versão equivocada da polícia.''
Iraíde Aparecida dos Santos, mãe do pedreiro Edson Elias dos Santos morto com oito tiros (seis deles pelas costas) durante ação policial em Curitiba, ao pedir justiça pela morte do filho.
''Não quero nada além de justiça. Essas pessoas estavam fazendo algo ilegal e precisam ser punidas por isso. Só não consigo acreditar como ainda podem estar dirigindo pelas ruas.''
Márcia Regina Coalio, mãe da estudante Fabíula Regina Coalio que morreu atropelada durante um racha na Avenida Colombo em Maringá em agosto de 2003, ao cobrar punição aos responsáveis pela morte da filha.





