O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Falam tanto de São Paulo, mas aqui está pior. Se sua casa é assaltada e você pede socorro, a polícia fica te testando antes de mandar uma viatura. Se sai na rua, não sabe se volta. E agora, quem vai nos socorrer?''
Vera Lúcia Alba de Melo, empregada doméstica em Londrina cujo marido morreu após o carro que dirigia ter sido atingido por uma dupla de assaltantes em fuga de uma perseguição policial, ao criticar a onda de violência na cidade e a falta de ajuda para a recuperação da filha que, grávida perdeu o bebê no acidente, e agora está numa cadeira de rodas.
''Tudo isso poderia ser evitado se a polícia não perseguisse bandidos em ruas movimentadas da cidade. Fui até a delegacia e me disseram, orgulhosos, que tinham recuperado o dinheiro. O que vale mais, a quantia que foi recuperada ou a vida do meu filho?''
Liany de Oliveira, aposentada em Londrina cujo filho Reinaldo Alexandre Brunetti (mototaxista) foi atingido por uma bala perdida durante troca de tiros entre assaltantes e policiais militares, ao questionar a ação da Polícia Militar.
''É muito gratificante ver os jovens saírem das ruas, aprenderem uma profissão e crescerem no campo de trabalho.''
Élber, ex-jogador do Londrina e do Bayern de Munique, ao comentar sua satisfação de poder ajudar os alunos carentes da Escola Oficina Pestalozzi com a organização de um bazar materiais esportivos cedidos pelo clube alemão.





