O QUE FOI DITO
Solução simplista
Ao ler a reportagem sobre os cães e gatos, fiquei indignada com a solução tomada pela Secretaria do Meio Ambiente. E não é a primeira vez que isso acontece. Primeiro foram as pombas que, no mundo inteiro, fazem parte do cartão postal de muitas cidades importantes como Paris, Nova York e nunca ouvimos dizer nada a respeito dos dejetos causarem doenças. Então, a solução é sacrificar os pobres animais? Agora são os cachorros e gatos. Se estão saudáveis e bem tratados, não tem outra solução se não a morte? Tenho muito medo e receio que isto se torne praxe, aí vamos sair matando também os mendigos, as crianças abandonadas. Enfim, tudo que nos atrapalhar mandamos matar. Os seres humanos estão cada vez mais intolerantes e autodestrutivos. A cada dia que passa prefiro os cachorros, pois estes sim são amigos verdadeiros e fieis!
MARLEIDE GRIGGIO RODRIGUES (fonoaudióloga) - Londrina
Extermínio
Para dar solução à sujeira dos pombos no cemitério central, cortaram todas as árvores. Para impedir a utilização por pobres, mendigos e desocupados derrubaram o coreto central e um barracão na Rua Duque de Caxias. Agora, para acabar com o incômodo, querem exterminar 55 gatos e 10 cães. Dentro desse raciocínio e de acordo com a capacidade excepcional dos nossos governantes, em futuro próximo para acabar com a fome, a miséria, a falta de recursos para a educação e a saúde, a administração municipal também adote o extermínio desses indivíduos.
TELES DE ANDRADE (advogado) - Londrina
Adoção de animais
Com relação à reportagem sobre o destino de cães e gatos abandonados na Vila Casoni, só temos a dizer que não concordamos com o sacrifício dos animais. Se por uma questão de saúde pública tal medida tem que ser tomada, então deve ser aplicada em todos locais da cidade. Em muitos bairros existem cachorros e gatos abandonados pelos donos, e estes não têm culpa pelo seu destino e sim as pessoas que os soltam nas ruas. No caso dos animais abrigados na casa, ainda estão sendo alimentados e aparentemente bem cuidados, se terão que ser retirados do local que seja então para doação e não para o sacrifício.
RENATA MARCIELE DE ALMEIDA (estudante de administração) e ADNEIS MARCELO DE OLIVEIRA (secretária) - Londrina
Canil é o ideal
Embora a vizinhança dessa senhora que mantém 55 gatos e 10 cães discorde, ela está fazendo o trabalho da Prefeitura de Londrina. Não sei sobre os recursos financeiros de Londrina, mas acho que um canil será necessário para todos os municípios. Em Ivaiporã, por exemplo, tem animais esbarrando nas pessoas por todos os lados. É uma judiação, animais com sarna, magros, mutilados por atropelamento. Não acho certo uma casa com 50 animais, mas acho errado cães jogados pelas ruas, passando fome, morrendo atropelados ou causando acidentes.
JOSILENE LUZIA CARNIATO (operadora caixa) - Ivaiporã
Não à matança
Espanto e indignação me tomaram ao ler a reportagem ''Cães e Gatos de moradora podem ser mortos''. Qual o direito que qualquer instituição tem de matar um ser vivo? Clamo ardentemente pelo direito à vida dado a todo ser que habita o planeta. Em nossa sociedade, esses bichos ocupam um lugar bastante específico: animais de companhia. Ainda mais por isso devem ser respeitados. Se a matança desses cães e gatos ocorrer ou nada for feito para o bem-estar dos mesmos, creio que seremos seres irresponsáveis por criá-los e desrespeitá-los. Mais ainda, perderemos a qualidade de ser humano.
BÁRBARA BORBA MARTINS (estudante) - Londrina
Matar é injusto
Matar animais inocentes seria uma grande injustiça. Deveriam solucionar o problema de outra maneira mais humana. Sendo assim teriam que fazer o mesmo com bandidos, traficantes que andam soltos e impunes pelas ruas e representam perigo maior para a sociedade, sendo que ainda pagamos caro pelos impostos cobrados para mantê-los na cadeia com certas mordomias
SUSIMARA FERRARESE GRANUCCI (empresária) - Francisco Alves (PR)
Veículos em Curitiba
A Secretaria da Segurança Pública esclarece aos leitores da FOLHA que a colunista Ruth Bolognese publicou ontem informação errada em sua coluna, na nota sob o título ''A conta'' quando afirma que a frota da capital era de 704.586 veículos em 2006. Segundo informações do Detran, disponíveis no site, a frota de veículos em Curitiba, no ano de 2006, era de 963.464 veículos. O número que a colunista publica - tentando fazer o leitor acreditar que o secretário da Segurança utilizou dados errados - é exclusivamente de automóveis, não contando caminhonetes, motos, caminhões e outros tipos de veículos.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA DO PARANÁ - Curitiba





