O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Eu e meus vizinhos reclamamos de uma pessoa que tem dez cachorros que latem muito. O cheiro também fica ruim. O que a gente faz é ligar na Vigilância Sanitária para verificar se não tem risco para nossa saúde.''
Paulo Machado, bombeiro em Londrina, ao contar os problemas enfrentados com vizinhos por causa de animais domésticos.
''A Acil, o Sincoval, não estão fazendo nada pelo comércio. As entidades tinham de se unir, procurar os camelôs para ver as idéias que eles têm. Essa de querer nos culpar por estarmos acabando com o comércio formal... é simplesmente incompetência.''
Nilsinho Gonzales, secretário-executivo da ONG Canaã que administra o Camelódromo de Londrina, ao criticar as duas entidades ligadas ao comércio da cidade que culpam a pirataria desenfreada nos camelódromos pelo fechamento de lojas formais do centro.
''Ou se dá condições para que outros pólos, como Jacarezinho, cresçam nessa área (de atendimento neurocirúrgico), ou que os pacientes possam ser levados imediatamente para uma intervenção onde houver um especialista (mesmo que não haja leitos).''
Sérgio Eduardo Emiygdio de Faria, diretor-clínico da Santa Casa de Jacarezinho, ao cobrar ajuda do poder público para melhor equipar o hospital.
''O governo deveria criar urgentemente um imposto único para diminuir um pouco a carga do contribuinte.''
Alex Lukaszczuk, bancário em Londrina, ao criticar o excesso de impostos cobrados pelo governo via ICMS (embutido nos produtos) e imposto de renda.





