NO PARANÁ

''Uma semana depois da morte dele, eu já estava no escritório assumindo as coisas. Nem pensei na possibilidade de ficar em casa. Embora eu não trabalhasse, Toshio acreditava muito em mim e colocava meu nome em todos os contratos das empresas como responsável, caso ele viesse a faltar.''
Kozue Imai, empresária que em meio à tristeza com a morte do marido Toshio Imai assumiu negócios que desconhecia e conseguiu fazê-los progredir.

''Eu tenho muito medo é do fanatismo, fanático mata. Não estou fanatizando ninguém. Quando percebo alguém da minha equipe exagerando, vindo demais na Igreja e deixando a casa, falo: ôpa, está errado.''
Padre Marcelo Rossi, condenando o fanatismo religioso.

''Ainda é cedo para avaliar os resultados dos ações de inclusão dos negros. Vejo com otimismo a democratização das universidades, que estão fazendo jus à terminologia 'universidades'. Houve um movimento nesse sentido e espero que as consequências sejam boas. Mexer com as universidades serve pelo menos para discutir as relações raciais.''
Gisêlda Melo do Nascimento, Doutora em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal Fluminense e professora da Universidade Estadual de Londrina (UEL), analisando as questões raciais na sociedade brasileira.

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