NO PARANÁ

''Nós desenvolvemos a técnica, aprimoramos, gastamos horrores - e não tenho nenhum apoio para isso -, no mundo inteiro pesquisadores sérios estão provando que ela é eficaz e, no entanto, aqui sequer temos o reconhecimento dos médicos oncologistas, que nem falam para suas pacientes que serão submetidas a radioterapia da existência da técnica.''

Carlos Gilberto Almodin, médico em Maringá, ao lamentar a falta de apoio e divulgação da técnica de congelamento/implante de ovário desenvolvida por ele e reconhecida internacionalmente.


''Com certeza não, tanto que estamos (servidores públicos municipais) em estado de greve. Estamos em busca de reposição salarial, justamente, porque caiu o nosso poder de compra.''

Marina Silva de Souza, professora da rede municipal de ensino em Londrina, ao ser questionada se o seu poder de compra diminuiu.


''Larguei o almoço para meu filho e falei para ele se virar que eu estava saindo. Nem a louça eu lavei. Você acha que eu ia perder esse passeio?''

Dulce Teodoro, aposentada de 71 anos em Londrina, ao vibrar com o passeio até um pesque-pague patrocinado pela Pastoral da Pessoa Idosa de Londrina para comemorar o Dia Nacional do Idoso.


''Os índios também ficam doentes e buscam tudo nas plantas. Muitas pessoas ficam dependentes de remédios fortes, de tarja preta. As plantas ajudam sem causar isso nas pessoas.''

Ido Galvão, índio caingangue da Reserva de Miraguai (RS) que divulga e ensina em Londrina a cura pelas plantas medicinais, ao afirmar que a cura está na natureza.

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