NO PARANÁ
''É literalmente levar um tiro. É um impacto e uma dor que você só supera na hora em que olha para o bebê. Nessa hora o que você quer é que seu filho sobreviva, não interessa se é Down ou não.''
Keila Cidade Costa, decoradora em Londrina, ao comentar o que sentiu quando soube que a filha Rebeca era portadora de síndrome de Down.
''Se o sindicato comprovar, em cima da lei, que os servidores têm direito ao que pedem, o prefeito está errado. Mas se o prefeito comprovar que não se está cometendo uma injustiça, então a greve tem conotação partidário-política - o que seria uma pena, pois há vários civis que, sem atendimento público, são inocentes.''
Dom Orlando Brandes, arcebispo de Londrina, ao afirmar que está se informando sobre a greve dos servidores municipais de Londrina para se manifestar se apóia ou não o movimento.
''Isto aqui, além de trabalho, está sendo uma terapia para nós que nunca trabalhamos fora. Agora ninguém nos segura.''
Nair Fiorini Silva, dona de casa que integra um grupo de 12 mulheres que administram a padaria comunitária no distrito de Maravilha (Zona Sul de Londrina), ao falar da empolgação pelo sucesso obtido com o comércio de pães.
''Só existe ocupação de terra quando existe governo irresponsável, insensível e incapaz de cumprir a Constituição e fazer a reforma.''
Heloísa Helena, senador do PSol (AL) e candidata à Presidência da República que participou da Romaria da Terra domingo em Tamarana, ao afirmar que, caso eleita, disponibilizará R$ 2 bilhões anuais do orçamento para fazer a reforma agrária.

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