O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Não vi os primeiros programas; na verdade, odeio horário político. Sempre que começa, prefiro colocar um CD para ouvir. São sempre os mesmos discursos, as mesmas propostas, o eleitor está cansado delas. Temos que prestar mais atenção ao que o candidato já fez do que o que ele fala.''
Ana Luiza Vist, operadora de telemarketing em Londrina, ao ser questionada se assistiu ao horário político gratuito na TV.
''A criança não tem senso crítico formado, a capacidade de diferenciar entre querer e precisar. A publicidade tem que respeitar essa fase da vida da pessoa, que está em desenvolvimento.''
Renate Vicente, psicoterapeuta de família em Curitiba, ao defender as novas normas éticas na publicidade brasileira que proíbem o uso de apelos imperativos de consumo para crianças.
''Há uma indução ao consumo desenfreado. Acho isso complicado, a publicidade induz ao consumo, e depois o pai tem que frustrar.''
Ademir Roberto Rhoden, comerciante em Curitiba, ao comentar a influência que a publicidade causa sobre seu filho de 7 anos.
''Os tributos encarecem os produtos para o consumidor final e, por isso, a pessoa fica sem alternativa. Se a carga tributária fosse menor, o produto ficaria mais acessível à população.''
Rodrigo Ferri Zamarian, zootecnista em Londrina, ao justificar por que compra produtos piratas.





