O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Quase todo dia tem tarefa e eu não gosto porque não dá para brincar. Preferia que não tivesse, mas eu sempre faço todos os exercícios.''
Gabriela Pinheiro, 6 anos, estudante em Londrina, ao ser questionada se gosta de tarefa escolar.
''Não tenho muito problema de ficar mal-humorada, mas quando isso acontece, gosto de ficar com uma minha gata que tenho em casa. Brinco com ela, me distraio. O animal de estimação é um companheiro e ajuda a espantar o mau
humor''.
Etel Maria Neves Rennó, professora aposentada em Londrina, ao responder o que faz para espantar o mau humor.
''Muitos educadores enxergam os homossexuais ainda como pecadores ou doentes, por isso esse trabalho não é só informativo, mas principalmente formativo.''
Mary Neide Damico Figueiró, professora do Departamento de Psicologia Social e Institucional da Universidade Estadual de Londrina, ao destacar a importância do preparo dos professores para lidar com a diversidade sexual dos alunos em sala de aula.
''Antigamente, as brigas em Londrina eram mais no tapa. Hoje em dia, qualquer desentendimento tem envolvimento com arma de fogo. Assim, o índice de mortes aumenta naturalmente.''
Joaquim Antônio de Melo, delegado operacional da 10 Subdivisão Policial de Londrina, ao analisar o aumento de crimes com mortes na cidade.





