NO PARANÁ
''Sou sozinha, sem marido e não tenho aposentadoria. Vou viver do que sem isso aqui?''
Maria Terezinha de Lima, vendedora de lanches em fentre ao Museu de Artes na Praça Rocha Pombo em Londrina, ao questionar a ação judicial da Promotoria de Proteção ao Meio Ambiente que pede a retirada dos ambulantes da praça.
''Sem isso aqui eu não como. É minha única fonte de renda.''
Ana da Silva do Prado, vendedora ambulante também na região da Praça Rocha Pombo, ao se emocionar após saber da ordem de despejo que pede a desocupação do local em 15 dias.
''Pessoalmente, não concordo com isso. Teríamos que fazer um trabalho de conservação e preservação do patrimônio da cidade. Se não cuidamos e conservamos os equipamentos, acabamos estimulando as depredações.''
Luiz Figueira de Mello, presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Londrina (Ippul), ao comentar a adoção do recurso das demolições de locais públicos para conter atos de vandalismo e criminilidade.

NO BRASIL
''O sentimento de impunidade beira a negligência, escárnio, desrespeito. Ao ler com profundidade o depoimento dá um sentimento de depressão e vergonha.''
Raul Jungmann (PPS-PE), vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Sanguessugas, ao comentar o depoimento do empresário Luiz Antonio Trevisan Vedoin relatando o pagamento de propinas a 94 parlamentares no esquema fraudulento da compra de ambulâncias superfaturadas.

mockup