O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Chegamos a ter oito pacientes de uma vez aguardando para ser operados, por falta de estoque de sangue. Se conseguíssemos que 2% dos brasileiros doassem sangue, não teríamos problemas de estoque.''
Jorge Tadeu de Assis, médico do Instituto de Hematologia de Londrina, ao lamentar o pouco número de pessoas dispostas a doar sangue.
''Esse trabalho não tem nenhuma conotação violenta ou autoritária. É uma ação de caráter fundamental até para manter a dignidade dessas pessoas. Você não pode ficar impassível depois de ver gente morando nesses locais.''
Fábio Reali, diretor de Operações da CMTU em Londrina, ao justificar o recolhimento de colchões, materiais de barracos e outros pertences dos moradores de rua que ocupam áreas públicas no Centro da cidade.
''Infelizmente, um dos principais problemas hoje em dia tem sido o poder aquisitivo das pessoas. Daí a dificuldade maior nem é em ser deficiente, mas pobre.''
Martinha Dutra, presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência em Londrina, ao afirmar que a falta de poder aquisitivo impede que boa parte dos deficientes tenha acesso às novas tecnologias.





