O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Não perco meu tempo com isso, procuro fazer outras coisas. Domingo, fiquei dormindo enquanto o brasil jogava (contra a Austrália). Fico sabendo que o Brasil ganhou por causa dos estouros de rojões.''
Rodrigo Alexandre Faustino, auxiliar de pré-impressão em Londrina, ao afirmar que não gosta de assistir aos jogos futebol, inclusive os que envolvem a seleção brasileira na Copa do Mundo.
''Não vejo o Brasil como um time superior. Tem outros times, como a Argentina, que estão melhor que o Brasil. Não dá para ver o Brasil levantando a taça. É mais fácil a gente torcer e fazer pensamento positivo.''
Vilma Santos de Oliveira, mãe-de-santo em Londrina, ao afirmar que nem os orixás se arriscam a prever se o Brasil vai conquistar o hexacampeonato na Copa da Alemanha.
''Tem um braço do PCC no Paraná. Nesses deslocamento de um presídio para o outro, a organização criminosa chegou ao Estado. Todos sabemos que ela existe e, por isto, estamos pedindo um detalhamento da ação criminal dessas organizações no Paraná.''
Eduardo Sciarra, deputado federal do PFL-PR e suplente da CPI do Tráfico de Armas, ao afirmar que o Paraná é a porta de entrada de armas para
as facções criminosas que atuam dentro e fora dos presídios como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comanda Vermelho (CV).
''Levo diversas coisas para eles, mas o principal é uma palavra de carinho. Esse afeto é do que mais sentem falta.''
Ruth Anita Tesche, funcionária pública em Maringá, ao comentar o trabalho assistencial que faz nas visitas aos presos da cidade.





