O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Concordo, porque o celular é um instrumento perigoso nas mãos dos criminosos. Caso eles não funcionem nas penitenciárias, isso, certamente, desfavorecerá as facções.''
Natália Esteves Sanches, estudante em Londrina, ao ser questionada se concorda com o bloqueio de celulares em presídios.
''Não existe meia vontade de fazer alguma coisa pelos outros. Todos precisamos deixar uma marca. O que vai ficar marcado para os seus filhos e netos?''
Aldo Pedalino, dentista em Londrina, ao justificar por que banca os custos de um teatro de fantoches que percorre bairros carentes com o objetivo de prevenir doenças bucais, como cáries e gengivites.
''Como uma mãe que tem que atender primeiro aos filhos mais necessitados, a Igreja não pode faltar aos pobres.''
Dom Orlando Brandes, novo arcebispo de Londrina que assumirá o posto no dia 23 julho, ao comentar em entrevista à Folha qual será um dos seus focos de atuação na cidade.
''O estranho é que ninguém tenha visto os presos passando as serras, ninguém tenha ouvido o barulho da porta sendo serrada ou dos cadeados sendo arrebentados. Eu quero acreditar que houve apenas negligência, mas não descarto a hipótese de conivência.''
Sérgio Luiz Barroso, delegado-chefe da 10 Subdivisão Policial (SDP) de Londrina, ao comentar a fuga de 15 detentos do 2º Distrito Policial no último sábado.





