NO PARANÁ

''No começo me sentia diminuído. Via os amigos de infância em outras profissões e me sentia mal, mas aprendi a gostar, e hoje já penso até em me aposentar trabalhando nas ruas.''

Ricardo Frutuoso Borges, gari em Londrina, ao dizer que tinha preconceito da profissão mas hoje sente orgulho do trabalho que faz.


''Os presídios não podem ser apenas um local para armazenar presos. É preciso tentar recuperá-los, dando educação e trabalho. O Estado está falhando nessa função essencial.''

Cléverson Marinho Teixeira, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-PR, ao analisar a megarrebilião dos presídios paulistas e a série de atendados contra órgãos policiais, ônibus e o comércio em São Paulo que resultou na morte de 90 pessoas.


''Foi só uma forma de dizerem: se quisermos, nós podemos barbarizar.''

Dálio Zippin Filho, advogado criminalista e integrante do Conselho Penitenciário do Paraná, ao afirmar que a onda de terror imposta pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) foi uma demonstração de força da organização criminosa.

NO BRASIL

''O que estamos vivendo é uma situação de perfeito terrorismo.''

João Antonio Garreta Prats, presidente da Associação Paulista do Ministério Público, ao defender a adoção de uma política nacional de segurança e a criação de leis para combater ações terroristas como as praticadas pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) no estado de São Paulo.

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