NO BRASIL

''O governo brasileiro tem de reagir prontamente, assumindo uma posição firme e clara diante desse episódio. A meu ver, só há um recurso: a adoção de sanções econômicas.''

Armando Monteiro Neto, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), ao pregar que o governo brasileiro adote medidas enérgicas contra a Bolívia.

''Se o Brasil pode ter controle sobre o seu petróleo, porque a Bolívia não?''

Antonio Carlos Spis, presidente do Sindicato dos Petroleiros do Estado de São Paulo, ao se declarar favorável ao decreto do presidente boliviano, Evo Morales, de nacionalizar as reservas de petróleo e gás natural naquele país.


''É falta de maturidade absoluta alguém que se coloca como candidato a presidente fazer greve de fome.''

Renan Calheiros, presidente do Senado (PMDB-AL), ao criticar a greve de fome do pré-candidato peemedebista à Presidência da República Anthony Garotinho.


NO PARANÁ

''Desejo que a Bolívia vença essa parada da soberania de seu subsolo e que retire das mãos das multinacionais e da especulação das bolsas aquilo que pode viabilizar uma modificação profunda na vida de seu povo.''

Roberto Requião, governador do Estado, ao defender a decisão do presidente da Bolívia, Evo Morales, de nacionalizar a exploração de petróleo e gás daquele país.

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