NO PARANÁ
''Não coloco número de celular, telefone, nada. Na minha família, ninguém usa banco pela internet para evitar qualquer problema. Tenho medo que possa acontecer alguma fraude. É mais seguro e mais tranquilo ir no banco do que usar a internet.''
Camila Valença, estudante em Londrina, ao responder qual tipo de cuidado toma ao acessar a internet.
''Nada tem futuro se você não der valor no seu passado. Tem coisas boas e coisas ruins. As ruins temos que esquecer e as boas comemorar. Temos que aprender com os tombos e se levantar. Nossa história é muito bonita, mas poderia ser melhor.''
Peter Silva, presidente do Londrina, Esporte Clube, ao falar da importância da inauguração do Marco Zero no piso térreo do Edifício Monções, onde em 5 de abril de 1956 o clube foi fundado.
''Não queremos transmitir insegurança, mas a população também não pode esperar ter a casa violada para tomar alguma providência. Ladrões são oportunistas e comodistas.''
Roberson Luiz Bondaruk, coronel da Polícia Militar em Curitiba, ao comentar a pesquisa da PM que apontou negligência da maior parte das pessoas que já tiveram casa ou empresa invadida por ladrões.

NO BRASIL
''A quebra de sigilo do caseiro é o maior crime desde 1964.''
Antero Paes de Barros, senador pelo PSDB-MT, ao afirmar que nem a ditadura militar instaurada no país em 1964 ousou tanto em vasculhar o sigilo bancário das pessoas se esquecendo que naquela época a imprensa estava censurada e não podia divulgar as várias atrocidades cometidas por agentes do governo.

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