O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Eu tenho muito medo, já morreu uma mulher bem ali. Parece que estava grávida, coitada.''
Keren Venturini, estudante de 11 anos em Londrina, ao falar sobre o medo que sente cada vez que precisa atravessar a Rua Araguaia.
''A vida do pedestre aqui é um caos, o cara deu um passo e não sabe se vai atravessar ou morrer no meio da rua.''
Maurício Lorre, membro da Associação dos Moradores da Vila Nova em Londrina, ao comentar o drama diário do pedestre para atravessar a rua Araguaia.
''Hoje, andar pelas ruas é um tormento, mas poderia ser bem melhor. Alguém tinha que fazer alguma coisa.''
Silvana Rodrigues Silva, aposentada em Londrina, ao reclamar da dificuldade encontrada pelos pedestres no trânsito da cidade.
''É horrível, principalmente porque ninguém respeita os sinais, e a buraqueira das calçadas atrapalha. A gente passa cada susto.''
Monara Proença, estudante de uma escola do centro de Londrina, ao criticar a situação caótica do trânsito nas ruas centrais.
NO BRASIL
''Fico contente com o reconhecimento, mas esse mesmo torcedor, amanhã, se o time estiver ruim, troca o meu ''gê'' por um ''erre'' e eu passo a ser Luxemburro, como em outras vezes.''
Vanderlei Luxemburgo, técnico do Santos (líder do Paulistão 2006), ao ser questionado sobre o fato de ter o nome gritado pelos torcedores durante os jogos.





