O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Nós sofremos dos mesmos problemas que o cidadão comum. A sociedade precisa se organizar e cobrar também a ressocialização do preso, a urbanização das favelas, a geração de emprego e renda isso é a causa, e é o todo que precisa ser considerado.''
Sérgio Luiz Barroso, delegado-chefe da 10 Subdivisão Policial de Londrina, ao afirmar que a redução da criminalidade não se resolve apenas pela cobrança das forças policiais.
''Foram três minutos que acabaram com minha vida: hoje, tenho vergonha de sair, ir a restaurantes, e rogo a Deus que um dia isso passe e eu possa voltar a viver.''
Maria Regina Minto Reyes, assistente administrativo em Londrina, ao relembrar a agressão brutal que ela e o marido foram vítimas por grupo de rapazes em dezembro num posto de combustíveis.
''Os salários estão em dia, a concentração é excelente, eles comem do bom e do melhor e a cidade está dando moral. O que mais falta?''
Peter Silva, presidente do Londrina, ao cobrar o técnico Vica e os jogadores do clube pela eliminação precoce do time da Copa do Brasil.
''As empresas alegam que os deficientes não estão capacitados. Mas as barreiras que eles enfrentam são inúmeras. Às vezes, as vagas ofertadas são impossíveis de serem preenchidas pelos deficientes.''
Eliane Violante Stringer, responsável pelo departamento de Recursos Humanos, da Associação dos Deficientes Físicos de Londrina, ao pedir maior empenho dos empresários na contratação de deficientes físicos.





