NO PARANÁ

''Acho que bater em filho não resolve nada, mas sempre digo aos pais que tudo o que eles forem fazer aos filhos, que avisem antes. Isso não é agressão, é relação, é vínculo. O pai que avisa que vai bater se o filho não obedecer e cumprir a palavra, pelo menos vai mostrar ao filho que é honesto. Agora, isso é muito diferente de espancar, degolar, empurrar um filho escada abaixo.''

Ivan Capelatto, psicólogo clínico e psicoterapeuta, ao comentar o projeto de lei que prevê a proibição de qualquer forma de castigo físico a crianças e adolescentes e punição aos responsáveis.


''Acho que algumas crianças precisam de uma palmada de vez em quando como corretivo, mas não é o bater por bater. Antes, é preciso conversar, mostrar o que a criança está fazendo de errado, sem perder a autoridade de pai e mãe.''

Édina de Paula, promotora da Vara da Infância e da Juventude de Londrina, ao afirmar que a chamada ''lei da palmada'' dificilmente terá efeito prático.


''É um absurso quererem tirar dos pais o direito de educar os filhos. Não sou a favor de espancar, mas é preciso dar umas palmadinhas de vez em quando para educar. Se nós não educarmos nossos filhos, quem é que vai fazer isso por
nós?

Daniele da Silva Moraes, operadora de caixa em Londrina, ao ser questionada sobre o projeto de lei que pretende punir pais ou responsáveis que baterem em crianças e adolescentes.

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