O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Alguns problemas são sociais, e não policiais''.
Sérgio Luiz Barroso, delegado-chefe da 10 SDP, anunciando mudanças na estrutura da Polícia Civil de Londrina, entre elas a criação de um Centro de Atendimento à População.
''Deveriam ser melhorados os salários e os equipamentos dos policiais''.
Bruno de Souza, autônomo, ao responder a enquete sobre o que deve ser feito para melhorar a segurança em Londrina.
''Somos uma das poucas escolas a ter, em todo o ensino médio, aulas de filosofia, sociologia e artes.''
Edmilson Lenardão, diretor do Colégio Estadual Professor José Aloísio Aragão (Colégio de Aplicação) apontando alguns dos motivos que, para a direção, levaram a escola a obter a melhor média no Enem entre as escolas públicas de Londrina.
''Os trâmites para a confirmação do suposto foco já ultrapassaram todas as escalas temporais e lógicas. O prazo, inclusive seguindo as normas da OIE (Organização de Saúde Animal), já foi excedido. Estamos denunciando que a discussão foi para o plano político''.
Raimundo Tostes, coordenador do curso de Medicina Veterinária do Cesumar (Maringá) e doutor em Patologia Animal, questionando a postura de técnicos do Ministério da Agricultura envolvidos na crise da febre aftosa no Paraná.
NO BRASIL
''A última coisa que a CPI dos Correios quer é que tenhamos um episódio assemelhado à CPI do Banestado, do Mensalão, que terminaram não tendo votação de relatórios, portanto não chegaram a lugar nenhum.''
Osmar Serraglio, deputado federal (PMDB/PR), relator da CPI dos Correios, justificando que o relatório da comissão deverá ser apresentado um mês antes do prazo final, dia 11 de abril.





