NO PARANÁ

''Eu não confio. Nem tudo o que é justo é legal. Acho a Justiça muito burocrática e lenta. Ela nem sempre dá o resultado que as pessoas esperam. Para melhorar a situação é necessário haver uma reestruturação total.''

Vânya Spagolla, advogada em Londrina, ao ser questionada se confia na Justiça brasileira.



''Só o nepotismo é tido, por todos, como uma coisa imoral? E a isonomia onde fica? E se o parente tem qualificação?''

Celso Rótoli de Macedo, desembargador do Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná, ao justificar por que concedeu liminar aos 30 desembargadores do TJ que têm 52 parentes empregados sem concurso público em seus gabinetes.



''A decisão é insensível diante do quadro atual do Brasil. Se os parentes são competentes e capazes podem fazer o concurso.''

Manoel Antonio de Oliveira Franco, presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)/seção Paraná, ao criticar a liminar concedida pelo presidente do Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná, Celso Rótoli de Macedo, que mantém o nepotismo no TJ.



''A agricultura está falida. Em 30 anos fazendo negócios com o banco, nunca deixei de pagar uma conta. Hoje, preciso prorrogar as dívidas para colocar comida na mesa.''

Geraldo Lonardoni, agricultor em Rolândia, ao demonstrar seu pessimismo quanto à colheita safra de verão.

mockup