O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Sepultamento de jovens aqui é demais. Antes de ser coveiro, eu não tinha noção real de quantos jovens vêm para cá. A gente sabe que é devido a esses assassinatos e problemas com drogas. Jovens que poderiam ter uma vida normal e a gente está sepultando. Antigamente, os jovens vinham visitar os velhos no cemitério. Hoje é o contrário. São os velhos que vêm ver os mortos.''
Paulo da Rocha, coveiro do cemitério Jardim da Saudade há 18 dias, assustado com o número de jovens mortos por causa da violência.
NO BRASIL
''O presidente da República, ou qualquer um dos seus, que tiver coragem de se meter na minha frente, tomará uma surra.''
Antônio Carlos Neto, deputado federal (PFL) baiano, ameaçando partir para a luta corporal após receber informações de que parlamentares da oposição estariam sendo monitorados por agente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).
''Eu não desejo isso para ninguém. É muito difícil. Antes, eu andava de peito aberto, agora tive que baixar a cabeça. Podia ser governador do meu Estado pelo trabalho que já fiz. Acabou esta minha chance. Isto não importa. O que importa agora é este resgate.''
Sandro Mabel, deputado federal (PL-GO), que foi absolvido do processo de cassação pelo Conselho de Ética da Câmara Federal, por falta de provas; Mabel era apontado como o responsável pela distribuição do mensalão no partido e de ter oferecido R$ 1 milhão para que a deputada Raquel Teixeira (PSDB-GO) fosse para o PL.
NO MUNDO
''Vemos que o adversário continua a desenvolver armas sofisticadas, mais mortíferas e precisas.''
Lawrence Di Ritta, porta-voz do comando militar dos Estados Unidos (Pentágono), sobre o aumento do uso de bombas de fabricação caseira mais sofisticadas por iraquianos.





