O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Acho isso uma falta de educação com o povo; sequer perguntaram para nós o que achamos de uma estratégia dessa. A impressão que fica é que a opinião popular só vale em época de eleição.''
Milena de Oliveira, recepcionista em Ibiporã que pretendia quitar parcela do IPTU na segunda-feira e encontrou a prefeitura fechada, ao criticar a decisão dos prefeitos de fechar as prefeituras em protesto pela queda de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
''Não acredito que seja a melhor forma privar as pessoas de atendimento. Se estão ruim de verba do governo, que corram atrás de outra, em vez de virar dependentes.''
Antonio Marcos Ribeiro, operador de empilhadeira em Ibiporã, ao também criticar a decisão do prefeito em fechar as portas da prefeitura para aderir ao protesto pela liberação do FPM.
''Estamos restritos a atendimentos médicos, mas nossa vida tem muito mais que isso. E há um compromisso com a gente que precisa ser cumprido.''
Nivaldo de Freitas, cadeirantes em Londrina, ao reclamar da pouca opção de transporte oferecida na cidade para os deficientes físicos que trabalham.
''Pobre não sonha, só pensa. Cada dia vai pensando no hoje, e quando vê, já morreu.''
I.T., catadora de papel e moradora da Vila Marízia (bairro pobre e violento na área cnetral de Londrina), ao ser perguntada que vida gostaria de ter se pudesse escolher.





