O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Ele teve hemorragia no fígado, ficou todo quebrado na altura das costelas. Foi brutalmente espancado. Temos que cobrar justiça e o mínimo que eu espero é a expulsão destes homens da Polícia.''
Sueli Aparecida de Paula Teodoro, mãe do jovem Jamys Smith da Silva morto após ser espancado por PMs em Londrina, ao pedir punição exemplar para os policiais envolvidos na morte do filho.
''Gostaria que a Acil (Associação Comercial e Industrial de Londrina) não interferisse naquilo que não lhe diz respeito.''
Uzier de Carvalho, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Londrina (Sincoval), ao afirmar que a abertura do comércio aos sábados à tarde deve ser tratada entre o Sincoval e o Sindicato dos Empregados no Comércio.
''As agressões provavelmente foram desferidas com socos, pontapés ou cassetete.''
Fernando Piccinin, coordenador administrativo do Instituto Médico Legal de Londrina, ao relatar o resultado do laudo da morte de Jamys Smith da Silva.
''É inadmissível que um comandante permita que sua tropa cometa crimes ou qualquer outro tipo de abuso. É preciso que os comandantes sejam mais firmes, controlem seus policiais.''
Luiz Fernando Delazari, secretário estadual de Segurança Pública, ao justificar por que determinou o afastamento do tenente-coronel Manoel da Cruz Neto do comando do 5º Batalhão da Polícia Militar em Londrina.





