O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Minha mãe teve uma morte tranquila. Quando sentimos que lhe restavam poucas horas de vida, ela se despediu de toda a família no quarto. Quem tinha alguma mágoa conversou e resolveu. Foi melhor assim.''
Maria Helena Balbino dos Santos Daesiol, dona de casa em Londrina, ao explicar por que a família optou pelo óbito da mãe Alexandrina, que tinha câncer, em casa.
''Quando você vê que a impunidade persiste, serve como exemplo negativo para a sociedade, para a população que passa a ter uma imagem distorcida do homem público.''
Claudemir Molina, membro da organização não-governamental (ONG) Pés Vermelhos em Londrina, ao comentar demora no julgamento das 22 ações civis públicas que denunciam o desvio de R$ 11 milhões dos cofres municipais na gestão do ex-prefeito Antonio Belinati (PP).
NO BRASIL
''O torcedor do Flamengo pode dormir tranquilo. O Lula resolveu o problema do clube.''
Márcio Braga, presidente do Flamengo, ao afirmar que a criação do Loteria Timemania vai ajudar o clube a sanar os R$ 108 milhões de dívida com o governo federal.
NO MUNDO
''Eu quero dizer adeus a minha mãe e minha família. Suas sepulturas não estão aqui, mas suas cinzas, sim. É difícil.''
Katia Egett, judia da Hungria, ao explicar por que participou da Marcha pela Vida até o campo de Birkenau, onde mais de 1 milhão de judeus morreram nas câmaras de gás.





