NO PARANÁ

''Não concordo. Quando ganhamos do Malutrom de 6, ninguém veio dar 20% de aumento pra gente.''
Nem, meia-atacante do Londrina, ao discordar da multa de 20% que a diretoria pretende aplicar aos jogadores em função da goleada de 5 a 0 para o Atlético.

''Faltou raça. Antes tinha, por que agora não tem? Se for preciso comer grama, tem que comer.''
Luiz Souto de Camargo, vice-presidente do Londrina, ao explicar por que a diretoria do clube decidiu aplicar multa de 20% sobre os jogadores caso o time não vença o Paranavaí no domingo.

''É absurdo e uma vergonha. Agora tudo sobe. E o bolso fica cada vez mais leve, mais vazio.''
Fernando Thá, aposentado em Curitiba, ao criticar o aumento de 10,09% no preço da gasolina nos postos da capital.

''Falhas acontecem. Quem está mal-intencionado e quer entrar, acaba conseguindo.''
Fahd Haddad, diretor-superintendente da Santa Casa e responsável pelo Hospital Mater Dei (um dos três hospitais de Londrina que uma repórter da Folha conseguiu acesso às maternidades sem se identificar), ao admitir que a segurança dos hospitais é vulnerável.

''Se a moda nasce para morrer, resolvi matá-la antes de nascer para fazê-la viver sempre.''
Jum Nakao, estilista paulista, ao justificar por que as modelos rasgaram as roupas de papel elaboradas por ele em plena passarela na São Paulo Fashion Week 2004.

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