NO PARANÁ

''O Ministério Público não vai se contentar com o atendimento somente de casos de urgência. Os problemas estão se agravando. Tenho que garantir o direito à saúde.''
Paulo Tavares, promotor de Defesa da Saúde Pública em Londrina, ao justificar por que encaminhou ofícios à Prefeitura de Londrina e ao Sindicato dos Servidores Municipais recomendando a normalização do atendimento nas unidades municipais de saúde.

''Foi péssimo. Nunca passei por nada pior até hoje. Desse jeito nunca mais quero sair de casa.''
Oscar Leopoldo Ohlmann Júnior, garoto de 15 anos em Londrina que fugiu de casa junto com um amigo, ao afirmar que nunca mais pretende se aventurar a tal façanha.

''Eu achei que ligando, dizendo 'pai' e mostrando que estava vivo, eles iam ficar mais tranquilos.''
Josnei Antônio dos Santos, garoto de 13 anos que fugiu de casa junto com o amigo Oscar, ao comentar que não imaginava a dimensão que o caso iria tomar.

''Eu não entendo o que acontece. Prendem tanta gente, até por briga na rua. Esse homem matou minha sobrinha de maneira brutal e nunca viu cadeia.''
Iracema Estruzani Valente, tia de Fernanda Estruzani assassinada em 1989 pelo ex-marido Marcos Panissa, ao criticar a morosidade da Justiça e a impunidade do assassino.

''O Brasil tem hoje mais de 80 milhões de negros e, no entanto, pouquíssimos têm acesso às universidades públicas e privadas.''
Matilde Ribeiro, ministra-chefe da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, ao defender em Londrina o sistema de cotas para negros e estudantes das escolas públicas nas universidades gratuitas.

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