NO PARANÁ

‘‘Entrei na fila e achei que poderia operar em agosto, mas não deu. Se eu pudesse voltar a ter o movimento dessa mão, me ajudaria tanto.’’
Evailton Rodrigues, ex-caminhoneiro que teve a mão esmagada num acidente de trânsito, ao lamentar o fato do Hospital Evangélico de Londrina não estar mais realizando cirurgias de ortopedia de mão de alta complexidade por razões burocráticas. O hospital era o único da região credenciado a fazê-las.
‘‘Eu não tenho um braço e ele não vai crescer de novo. Será que toda vez que eu tiver que renovar minha carteira vou ter que apresentar um laudo médico?’’
Daniela Saula Teles, deficiente física, ao comentar as dificuldades de esperar horas na fila para renovar a carteira de passe livre para utilização do transporte coletivo em Londrina.
‘‘As crianças só podem visitar uma vez por mês. Hoje, a gente passa o dia todo até porque ela demora para ver o pai de novo. Agora vai ser muito rápido’’.
Ana Silva (nome fictício), lamentando a redução do horário de visitas aos internos da Penintenciária Estadual de Londrina.

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