NO MUNDO

''Não vou chorar agora. Estou muito feliz. Ganhei uma medalha.''

Vanderlei Cordeiro de Lima, fundista brasileiro que foi atrapalhado pelo ex-padre irlandês Cornelius Horan quando liderava a maratona de Atenas, ao afirmar que não guarda rancor e que ficou contente por ter ganho a medalha de bronze na Olimpíada.


''Sabia que uma das três medalhas seria minha. Procurei a de ouro e perdi. Quando já senti o bronze no pescoço, ela escapou de mim. Eu sinto como uma derrota porque não consegui me superar'',

Natália Falavigna, maringaense radicada em Londrina e quarta colocada no taekwondo nos Jogos Olímpicos de Atenas, ao comentar sua frustração por ter perdido da medalha de bronze.


''Hoje, são os jogadores que mexem comigo. Eles são meus ídolos. A coisa mais bonita disso tudo é a união e a harmonia entre os jogadores. E é exatamente isso que espero que eles levem como lição para o resto de suas vidas.''

Bernardinho, técnico da seleção brasileira vôlei masculino, ao afirmar que o comportamento dos jogadores foi fundamental para a conquista da medalha de ouro na Olimpíada de Atenas.


''Entro em quadra como um brasileiro que ganha R$ 280 por mês. Quando comecei a jogar, ganhava menos do que isso e ainda tinha um filho pra criar. Só eu sei o sacrifício que enfrentei todos estes anos.''

Escadinha, líbero da seleção brasileira de vôlei masculino, ao relembrar as dificuldades que enfrentou até conquistar a medalha de ouro em Atenas.

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