O QUE FOI DITO
NO BRASIL
''Não vou ser hipócrita de dizer que não fiquei triste de ser cortada da seleção. Mas mesmo assim vou continuar aqui torcendo pelo grupo.''
Leila, atacante da seleção brasileira de vôlei feminino, ao ser questionada sobre o seu corte do grupo que vai disputar os Jogos Olímpicos de Atenas.
''Com o movimento nacional pelo desarmamento, senti-me obrigado a entregá-la o mais rápido possível. Queria que um policial me acompanhasse. Pensei até em embrulhar como se fosse um presente, mas entregar em casa é mais prático e seguro.''
Luiz Gonzaga Pereira, advogado aposentado no Rio de Janeiro, ao comentar por que decidiu colaborar com a campanha do desarmamento e entregar um revólver calibre 38 à Polícia Civil.
''Com essa distribuição errática de remédios feita pelo ministério (da Saúde), continuamos a registrar um grande de número de mortes, que podiam ser evitadas.''
Décio Mion, chefe da Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, ao criticar o descaso do governo federal na prevenção das doenças cardiovasculares.
NO PARANÁ
''A saúde precisaria melhorar, ter mais médicos e equipar o hospital. Às vezes tem que ir para Londrina para tirar raios-X.''
Rose Brito, diretora de escola em Porecatu, ao responder o que espera do próximo prefeito da cidade.





