O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Não tem um dia que eu não pense neles. Hoje mesmo estava pensando que minha filha estaria hoje com 13 anos, seria uma mocinha. Não digo que minha vida gire em função disso, mas perco muito tempo, vou direto ao Fórum e passo muito nervoso por conta disso.''
ANA PAULA COLONHEIS, auxiliar administrativa em Londrina, ao reclamar da morosidade da Justiça que ainda não julgou o motorista que atropelou e matou seus filhos Lucas e Amanda (7 e 10 anos) há três anos na Avenida Inglaterra.
''Não adianta aumentar o número de vereadores se o Legislativo municipal não começar a cumprir o seu papel de criar leis e fiscalizar o Executivo. Em Curitiba, a Câmara se limita apenas a referendar as decisões do prefeito.''
ADENIVAL GOMES, vereador do PT em Curitiba, ao criticar a aprovação do aumento de 35 para 38 cadeiras na Câmara Municipal a partir da próxima legislatura.
''A situação está muito feia. Me sinto constrangido e muito bravo. A gente vai no campo para ficar bravo, pô. Sou sócio do clube desde que foi fundado.''
MIGUEL PERES MARTINS, aposentado e torcedor do Londrina Esporte Clube, ao lamentar a situação crítica do time que ainda não venceu na Série B do Brasileiro e está cada vez mais próximo do rebaixamento à Série C.
''Nos últimos dias até passei mal de pensar em ficar sem emprego. Imagine a
sensação de acordar de manhã e não ter para onde ir.''
ANA DE OLIVEIRA MERÉTICA, servente de 55 anos que cumpriu quarta-feira sua última jornada na Frente de Trabalho extinta pela prefeitura de Londrina por determinação do Ministério Público, ao comentar o seu temor com a proximidade do desemprego.





