O QUE FOI DITO
NO BRASIL
''Eu não sei por que há tanta discussão com a não-proliferação e tão pouca com o desarmamento. Na realidade, a raiz dos problemas da proliferação é a ausência do desarmamento.''
Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores, ao negar informações do jornal americano ''Washington Post'' de que o Brasil impede que fiscais da Agência Internacional de Energia Atômica inspecionar o módulo de enriquecimento de urânio da fábrica de Resende levanta temores sobre as reais intenções do programa brasileiro.
NO PARANÁ
''Tive síndrome do pânico. Não conseguia andar em locais com muita gente circulando. Até hoje não vou em bares ou shows. Não saio mais à noite.''
Jonathan Alisson de Quadros, promotor de vendas em Curitiba, ao comentar as sequelas deixadas pelo tumulto no Show Unidos Pela Paz, no dia 31 de maio de 2003, no Jockey Clube de Curitiba, em que três adolescentes morreram pisoteados.
''Pode escrever aí: se o Raul perder 1, 2, 3, 4... 20 jogos, se o torcedor, que é movido pela emoção, pedir a cabeça dele, ele vai continuar no cargo até 31 de dezembro. A diretoria é quem garante, e isso vale para o Lico (supervisor) também.''
Carlos Alberto Garcia, presidente do Londrina Esporte Clube, ao garantir a estabilidade do técnico Raul Plassmann e do supervisor Lico até o fim do ano.





