O QUE FOI DITO
NO PARANÁ
''Dentro de cinco anos o problema da Previdência voltará a ser discutido. A curto e médio prazo, o projeto original ainda poderia garantir redução em torno de 40% do déficit. Como está no momento, deve reduzir apenas 20%.''
De Reinhold Stephanes, secretário de Estado da Previdência e Assistência Social e ex-ministro da Previdência, ao afirmar que as alterações no texto da reforma previdenciária limitaram o objetivo do governo federal de diminuir o rombo nas contas da Previdência.
''Nem que eles matem a gente, nós vamos entrar.''
De José Braga da Silva, sem-terra pertencente ao Grupo Xambrê em Vila Alta que diz ser um movimento pacífico, ao mostrar sua disposição de invadir o Parque Nacional de Ilha Grande caso não receba um lote de terra.
''É um absurdo, as pessoas querem pôr lenha na fogueira. Se a lista existe de fato, vamos ver.''
De Edson Neme Ruiz, presidente da Sociedade Rural do Paraná, ao duvidar da existência de uma suposta lista com nomes de sem-terra marcados para morrer que teria sido encomendada por fazendeiros.
NO BRASIL
''Isso é uma discriminação odiosa e ilegal.''
De Marcos Vinício Gomes Pedro, presidente da Federação das Associações e Sindicatos dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, ao criticar a diferença no teto de isenção entre os servidores inativos de estados e municípios - a partir de R$ 1.200 serão taxados - e os servidores aposentados federais - só serão taxados a partir de R$ 1.440.





