O QUE FOI DITO
NO BRASIL
''Todo mundo viu que o Corinthians errou ao querer resolver dar pontapés nos argentinos. Nós não vamos fazer o mesmo. Por mim, se quiser xingar, xinga. Se quiser dar pontapé, pode dar. Eu vou jogar sem nem olhar para eles.''
De Robinho, atacante do Santos, ao afirmar que não pretende responder às provocações ou agressões dos jogadores do Boca Juniors na final da Taça Libertadores, hoje à noite, no Morumbi, jogo em que o time brasileiro precisa vencer por três gols de diferença para ficar com o título.
''Se fosse uma partida de futebol, a gente estaria jogando o segundo tempo para manter o resultado. Aquilo que for feito a mais é lucro. Mas vamos jogar na defesa.''
De Luiz Fernando Furlan, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ao afirmar que o ''espetáculo das exportações'' com recordes sucessivos chegou ao fim e o governo se prepara para uma estagnação no segundo semestre do ano.
NO PARANÁ
''Como vamos trabalhar num lugar em que não temos segurança?''
De Willis Poli, diretor do Colégio Estadual Ubedulha Correa de Oliveira na Zona Norte em Londrina, ao questionar a falta de segurança na escola que foi assaltada e depredada no último sábado.





