O QUE FOI DITO
NO BRASIL
''Isso (juros altos) não pode continuar porque mata a economia. É o que eu tenho dito como cidadão brasileiro, como ex-empresário, como vice-presidente, como um indignado com o que está acontecendo no País.''
De José Alencar, vice-presidente da República, ao pregar uma cruzada em defesa da redução da taxa de juros para a economia brasileira voltar a crescer estimulando a oferta de empregos.
''Vem aqui na minha frente que eu te planto a mão.''
De Alceu Colares, deputado federal (PDT-RS) contrário à taxação dos inativos, ao chamar para a briga o deputado paraense Paulo Rocha (PT) durante a votação da reforma da Previdência anteontem na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.
NO PARANÁ
''Se formarmos uma comissão, seremos enrolados. Eles (vereadores) discutem muito e fazem pouco.''
De André Giovenazzi, estudante de Farmácia da UEL que participou do protesto na Câmara Municipal contra o aumento da tarifa de ônibus, ao recusar o pedido para que os estudantes formassem uma comissão para conversar com os vereadores.
''Não vou admitir que venham ditar regras aqui na Casa. Eles (estudantes) têm que respeitar o Poder Legislativo.''
De Orlando Bonilha, presidente da Câmara de Vereadores, ao encerrar a sessão e ser chamado de ''covarde'' pelos estudantes que cobravam interferência do Legislativo no aumento da tarifa de ônibus.





