NO BRASIL
''A política do medo fez esse país, em 1989, preterir o Leonel Brizola, o Mário Covas, o Lula e outras pessoas de bem.''
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, candidato do PT à Presidência, ao criticar a tática do medo adotada no horário eleitoral do tucano José Serra (PSDB) cujo porta-voz foi a atriz global Regina Duarte, ontem na Folha
''Não é uma eleição casada. O eleitor tem de votar direito para o governo e tem que votar direito para presidente. Não é comprar uma Brahma e levar também uma tubaína. Não é carona.''
LUIZ GONZÁLEZ, coordenador de marketing de Geraldo Alckmin candidato do PSDB ao governo de São Paulo, ao justificar porque evitou vincular o também tucano José Serra, candidato a presidente, ao horário eleitoral gratuito de Alckmin, ontem na Folha
''Temos medo sim, é da ditadura.''
BEM RAN SCHAIK, presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha, ao afirmar que as empresas alemãs instaladas no Brasil não temem a eventual vitória no segundo turno das eleições presidenciais, ontem na Folha
''Só pode ser um desejo recalcado de jogar no São Paulo deste bobo. E mais, a dupla do Santos não é Robinho e Diego, é Robinho e Bobinho.''
MÁRIO AURÉLIO CUNHA, supervisor de futebol do São Paulo, ao criticar o meia santista Diego, 17 anos, que subiu no símbolo do Tricolor para comemorar seu gol no jogo de quarta-feira em que o São Paulo bateu o Santos por 3 a 2, ontem na Folha
NO PARANÁ
''Eu não trabalho, você quer o quê?''
ADOLESCENTE atendida pelo projeto Murialdo em Londrina ao tentar justificar porque não consegue se afastar dos roubos, ontem na Folha

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