O QUE FOI DITO
NO BRASIL
''Isso não quer dizer que nossas divergências foram superadas. Apenas não é hora de expô-las.''
CIRO GOMES, candidato derrotado do PPS à presidência, declarando que seu apoio a Lula no segundo turno não quer dizer que as divergências entre ambos terminaram, ontem na Folha
''O Lula leva. Sou capaz de apostar 1 para 100 que ele leva.''
SÉRGIO HABERFELD, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis, ao afirmar que Lula vencerá a eleição presidencial no segundo turno com folga, ontem na Folha
NO PARANÁ
''Meu apoio a Lula já está fechado. Não tem chance de eu apoiar José Serra. Vou conversar com o Beto (Richa) e vamos tentar o apoio dele independente do quadro nacional.''
ROBERTO REQUIÃO, candidato a governador pelo PMDB, ao declarar que vai apoiar Lula no segundo turno sem se importar com a aliança nacional do PMDB com o PSDB (partida de José Serra) e que vai buscar apoio do tucano Beto Richa, ontem na Folha
''Parecia coisa de cinema, aquele povo desesperado se jogando embaixo das cadeiras.''
FUNCIONÁRIO de uma lanchonete no Catuaí Shopping em Londrina ao comentar o desespero das pessoas na Praça de Alimentação quando seguranças do shopping pediram para todos se abaixarem pouco depois que três homens armados assaltaram uma joalheria, ontem na Folha
''O comprista não está roubando. Esse é o único jeito de ganhar dinheiro. Do contrário, não temos como dar estudo para o filho, pagar água e luz.''
JOSÉ RODOLFO SIQUEIRA, sacoleiro há 10 anos, durante protesto na terça-feira que fechou a Ponte da Amizade entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este e provocou confronto entre sacoleiros e policiais, ontem na Folha





